Dança a Dois

Dança a Dois
O núcleo de “Dança a Dois” convida a desenvolver as linguagens de contato, condução e escuta.
Partindo das danças de salão de tradição até novas técnicas de compartilhamento e improvisação.
[/vc_row]

 

  • FORRÓ 

O forró é dançado ao som de vários gêneros musicais brasileiros nordestinos. Aqui ensinamos, basicamente, o xote, que contém o famoso “dois pra lá, dois pra cá”. Dentro da marcação do forró pode-se dançar  juntinho (no abraço fechado) e fazer giros, com variações de braços e trocas de lugar. 

  • MASSAGEM APLICADA À DANÇA

Uma aula desenvolvida pela professora Tatiana Leme, em que se trabalha a entrega, o relaxamento e a ativação de pontos específicos como forma de conhecer-se através do corpo do outro, além de aplicar esse  conhecimento na dança a dois.   

  • LINDY HOP

É uma dança americana que surgiu entre 1920 e 1930, no Harlem, em Nova York, como uma mistura de outras danças: o Breakaway, o Charleston e o sapateado. É super divertida, cheia de brincadeiras, saltos e improvisos de ambas as partes. 

  • FUNDAMENTOS DA DANÇA A DOIS

Nessa aula, trabalhamos as bases e técnicas que permeiam todas as danças a dois. Não tem nenhum estilo específico, os detalhes e códigos de dançar a dois é que são estudados. Fundamenta todas as outras aulas!

  • CONDUÇÃO COMPARTILHADA

Pesquisa desenvolvida pela professora Tatiana Leme. É um estudo em que se faz a dissociação do gênero em relação ao passo e em que ambas as pessoas podem conduzir e serem conduzidas. É bem o estudo da linguagem nessa aula. Não há um estilo específico. 

  • ZOUK

É uma dança brasileira que se originou da lambada. Tem movimentos mais lentos, sinuosos, com ondulações. Tem uma marcação forte também. É um dos estilos que mais cresce no mundo hoje.

  • SAMBA  (DE GAFIEIRA)

Estilo de dança urbano, originário do Rio de Janeiro, com forte influência do maxixe e da capoeira, propagado pelos negros imigrantes da Bahia. Inicialmente uma dança marginalizada, dançados em cabarés pelas classes mais humildes, lentamente começa a ganhar mais reconhecimento da sociedade como todo, tendo seus locais de prática nomeados de Gafieiras. A história dessa dança se desenvolve em simbiose a cultura da malandragem, a figura do malandro, das expressões culturais afro brasileiras, até alcançar o patamar de patrimônio cultural que tem hoje.

  • URBAN SALSA  (Prof. Gui Rocha)

Modalidade individual, que tem a Salsa como estilo principal e mais vertentes das danças latinas, como Bachata, Chá-cháchá, Pachanga, Afro Cubano e Rumba. A energia é sua característica e a aula é de moderada a intensa.